O
Colégio de Corregedores-Gerais da
Justiça divulgou, no início da tarde
desta sexta-feira (16), a Carta de
Maceió, com as conclusões do XLVIII
Encontro Nacional do Colégio de
Corregedores de Justiça (Encoge).
O
documento foi lido pelo presidente
do Colégio de Corregedores-Gerais,
desembargador sergipano Luiz Antônio
Araújo Mendonça, e aprovada pelos
corregedores dos Estados de Sergipe,
Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas,
Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás,
Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso
do Sul, Pará, Paraíba, Paraná,
Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro,
Rio Grande do Norte, Rio Grande do
Sul, Rondônia, Roraima, Santa
Catarina, Tocantins e do Distrito
Federal.
Abaixo, segue na integra o
inteiro teor da Carta de Maceió:
“CARTA DE MACEIÓ
O
Colégio Nacional de
Corregedores-Gerais da Justiça dos
Estados e do Distrito Federal,
reunido na cidade de Maceió-AL,
entre os dias 14 a 16 de maio de
2008, voltado ao aprimoramento das
atividades do Poder Judiciário,
deliberou, por unanimidade, o
seguinte:
Sugerir às Corregedorias que
recomendem aos Magistrados a
criteriosa aplicação da Lei nº
9.296/96, com a finalidade de evitar
a banalização das interceptações
telefônicas;
Recomendar às Corregedorias que
exerçam uma maior fiscalização sobre
o recolhimento das custas,
emolumentos e taxas judiciárias, com
o objetivo de fortalecer os meios de
arrecadação dos Fundos de
Reaparelhamento do Poder Judiciário,
bem como que orientem os
Magistrados, no sentido de
observarem critérios para evitar a
concessão indiscriminada de
gratuidade judicial;
Reconhecer a importância do
projeto “Justiça Aberta”, da
Corregedoria Nacional de Justiça,
para a visão sistêmica e o
planejamento estratégico dos
Tribunais.
Maceió, 16 de maio de 2008.”